Vertov: o homem e sua câmera

Vertov: o homem e sua câmera

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Vertov: o homem e sua câmera é um estudo e uma análise da obra do cineasta russo Dziga Vertov, que, em 1929, realizou seu principal filme, Um homem com uma câmera ou O homem da câmera, cujo tema, desenvolvido entre a ficção e o documentário, pode ser visto como o próprio cinema. Vertov, reconhecido como um dos grandes da arte cinematográfica, tem sua obra, iniciada ainda na década de 1910, pouco divulgada no Brasil. Em geral, enfoca assuntos caros ao recém-instituído regime socialista na Rússia, mas, diferentemente de seus colegas – Kuleshov, Pudovkin, Dovjenko e, sobretudo, Eisenstein, com quem divergia em relação às concepções estéticas –, seus filmes ultrapassam o contexto imediato, já que foi um experimentador, um inventor radical de formas. Assim, seu legado à contemporaneidade multiplica-se: de inovadoras concepções de montagem, com destaque para a teoria dos intervalos, cujas aplicações podem ser vistas na produção audiovisual de hoje, a questões como a dicotomia documentário x ficção, as potencialidades de lógicas alternativas para a narrativa e o princípio da metalinguagem.